Eva percorrendo umas vezes estradas, outras veredas. Caminhando sempre com amor e a esperança de encontrar a porta certa. Parando de vez em quando para retemperar forças... admirar uma flor… uma paisagem… fazer novas amizades... e meditar... e reencontrar velhos amigos... e demais companheiros de jornada!
Sexta-feira, 13 de Julho de 2012

Tevye em If I Were a Rich Man

Música de Jerry Bock, letra de Sheldon Harnick

 

Irene Cara em Fame (Baby Remember My Name)

Música de Michael Gore, letra de Dean Pitchford

  

 Irene Cara em What a Feeling

Música de Giorgio Moroder, letra de Keith Forsey e Irene Cara



publicado por eva às 08:49
Vi o Violino no Telhado com onze anos e adorei. A minha mãe não gostou nada.

Amei recordar as caras do Fame. Como o tempo passa! Foi um sucesso... Tanta cópia que se lhe seguiu...

O professor e o Leroy had, already, passed away...

Jennifer Beals, um show e estava só no começo!

Recordei todos como se fosse o próprio dia da estreia!

ç shall we dance?
ç Thank you!
blue a 13 de Julho de 2012 às 21:24

O Violino no Telhado é dos meus filmes favoritos. É verdade que tenho uma preferência grande pelos musicais mas isso não me cega relativamente aos outros. Fame, a série continua imbatível. Os anos passam, aparecem filmes mas aquele grupo tinha um carisma muito próprio. Quanto ao Flashdance permanece um exemplo de magnífica dança apesar de ser um entre muitos. Há um que não sendo um musical e sendo até bastante pobre tenho pena que nunca tenha sido editado em Portugal, o Assassination Tango de Robert Duvall. Gosto dele só pelas cenas de tango. É pouco mas gosto à mesma.

Ç Wellcome
eva a 13 de Julho de 2012 às 22:58

Achei graça fazeres referência ao Duvall, pois dantes não havia um filme estadunidense em que ele não aparecesse.

A propósito de Duvall ter ganho um óscar já tarde, sempre me irritou a politiquice nos bastidores dos Óscares e do Festival da Eurovisão. Este ano, literalmente para variar ganhou o Jean DuJardin. Uma suposta mudança mascarada, diria...
E no Festival continuamos a ver os países vizinhos a darem 12 uns aos outros, independentemente da mais-valia da canção. Há coisas que nunca mudam com o tempo! Que estupidez! São iniciativas onde mais do que em qualqueroutro lugar se devia fazer justiça dentro da subjetividade da coisa...!

Valha-nos os Jogos Olímpicos, quando não há doping!

ç Já estive mais longe de entrar para um convento
blue a 14 de Julho de 2012 às 16:40

Gosto do Duvall.
Politiquice nos Óscares?
Ora, ora, nem por isso. Ao Spielberg bastaram 20 e tal anitos e quase 50 filmes, alguns dos quais batendo toda a concorrência, para lhe ser dado um Óscar !!!!!!!!
Festival da Canção já não vejo há anos. Irritava-me a geopolítica dos pontos e também a fraqueza das canções.
Quanto aos Jogos Olímpicos, ainda consegue haver alguma esperança. Estamos longe dos tempos espelhados nos Chariots of Fire, os chips comandam o treino e alguma da perfomance dos atletas mas ainda é a máquina humana que vai comandando.

Ç à Sister Act
eva a 21 de Julho de 2012 às 13:22

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