Eva percorrendo umas vezes estradas, outras veredas. Caminhando sempre com amor e a esperança de encontrar a porta certa. Parando de vez em quando para retemperar forças... admirar uma flor… uma paisagem… fazer novas amizades... e meditar... e reencontrar velhos amigos... e demais companheiros de jornada!
Terça-feira, 04 de Setembro de 2012

Shall we dance?

Música de Richard Rodgers, Letra de Oscar Hammerstein II

 
Vivaldi, Concerto para bandolim C RV 425, 1º andamento
 

Peter Cetera em The Glory of Love

Tema de Peter Cetera, David Foster e Diane Nini



publicado por eva às 15:40
Quanto ao primeiro, lembro-me logo da minha mãe que falava muito dele.

A música é lindíssima!

Nunca o cheguei a ver, a não ser excertos, pois havia muito a mania de nunca mais passarem determinados filmes e como não havia outra forma de os ver, como agora, ficavam pelo caminho...

Quanto ao Kramer, meu Deus, estava eu no auge da cinefilia!

O Dustin e a Meryl novinhos, novinhos. A partir daqui veria tudo o que um e o outro fizeram.

Quanto ao Karate Kid, o que dizer, se eu própria fui uma Karateca. Claro que a minha paixão assolapada é pelo Bruce Lee que descobri aos 11 anos e que nunca mais o larguei até à sua morte pouco tempo depois, infelizmente. Era lindo!!! Vi os filmes dele vezes sem conta, embora um pouco violentos para o meu gosto, mas a arte era tanta, que eu não resistia. Foi numa altura em que eu dava a minha vida para ser mestre de Karaté e ir para o Oriente estudar naquelas escolas, mas os médicos cortaram-me as vazas. Hélas!

O mestre do Karaté Kid morreu há pouco tempo.

ç a puLar para ver o L
blue a 8 de Setembro de 2012 às 21:59

The King and I estamos na mesma. Conheço a banda sonora que é muito bonita mas o filme quase nada. Já tentei encontrá-lo mas não consegui. Sei que o Yull Brinner recebeu 3 prémios à conta do filme e do musical mas pouco mais.
Kramer contra Kramer, um emocionante duelo de gigantes. Uma das interpretações seguintes de Meryl Streep foi A Escolha de Sofia, uma interpretação de tirar o fôlego ao espectador. Dustin Hoffman é outro caso de extrema rara qualidade. Tudo o que faz é bem feito mas Rain Man é um daqueles filmes que vale a pena rever só por causa dele.
E quanto ao rever não sou muito de rever filmes. Não consigo ver tudo o que tenho em fila de espera pelo que não opto muito pela revisão da matéria dada.
Karate Kid. Com que então karateca! Vendo bem não é de espantar. Com o embalo com que abraças a vida é natural que experimentes tudo (ou quase) que te chama a atenção.
Pois é, às vezes a vida troca-nos as voltas. Mas o importante é adaptarmo-nos às mudanças e transformar o que parece ser negativo em degraus para subir para uma plataforma melhor.

Ç a subir devagarinho
eva a 11 de Setembro de 2012 às 12:31

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