Eva percorrendo umas vezes estradas, outras veredas. Caminhando sempre com amor e a esperança de encontrar a porta certa. Parando de vez em quando para retemperar forças... admirar uma flor… uma paisagem… fazer novas amizades... e meditar... e reencontrar velhos amigos... e demais companheiros de jornada!
Sexta-feira, 10 de Maio de 2013

João Henrique Pereira Villaret (Lisboa, 10 de Maio de 1913 - Lisboa, 21 de Janeiro de 1961)

 

Nas provas de admissão para o Conservatório, João Villaret recitou dois vilancetes e um soneto de Camões. "Recitei-os como eu os sentia e, no fim, o mestre, que era professor conceituado da casa, olhou-me com severidade e disse: O menino tem boa voz, mas os versos não se dizem assim, mas como se fossem prosa. E eu, muito pespinete, nervoso e irritado, respondi: Então porque é que são versos? E o mestre: O menino é insolente mas inteligente, está admitido."

in http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=3211960&seccao=Teatro

 

  

Página de Folclore de António Botto

 

Fado Falado 

Autoria de Aníbal Nazaré, António Porto e Nelson de Barros

 

[…E digam lá se pode ou não Falar-se o fado]



publicado por eva às 15:26
Ora aqui está o que considero um exemplo de ARTE!

Morreu tinha eu três dias!

Morte estúpida esta, devido à ideia estúpida qu teve em ir tirar um calo ao barbeiro! A Diabetes não gostou e levou-o aos 47 anos!

Foi um homem extraordinário! Um arrepio só! Igual, nunca ouvi!

É tão difícil encontrar...gente assim!

Comprei um CD dele há bem pouco tempo...


O professor conceituado cometeu uma gaffe, o que não é incomum, e só o chamou de inteligente porque perante a resposta, pôs-se ele próprio em causa...

Se Villaret não lhe tivesse respondido teria ficado pelo caminho mais um grande talento como tantos outros que se perderam às mãos da mediocridade!


ç Então porque é que são versos?
blue a 11 de Maio de 2013 às 00:31

Eu tinha cerca de quatro anos e meio, estava longe longe e não sabia sequer da existência de Villaret. Só o conheci muitos anos mais tarde, em Portugal. Foi amor ao primeiro ouvido e primeira vista numa reposição duns programas da RTP e fui a correr comprar umas cassetes video da dita RTP que guardo religiosamente.
Não era só a declamação. Era o saboroso contar de histórias, com uma elegância na relação com o telespectador que nos deliciava ter aquele senhor na nossa sala. Outros tempos e costumes.

Ç delícia
eva a 1 de Junho de 2013 às 18:57

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