Eva percorrendo umas vezes estradas, outras veredas. Caminhando sempre com amor e a esperança de encontrar a porta certa. Parando de vez em quando para retemperar forças... admirar uma flor… uma paisagem… fazer novas amizades... e meditar... e reencontrar velhos amigos... e demais companheiros de jornada!
Terça-feira, 03 de Março de 2009

 

 

 

 



publicado por eva às 00:29
É com muita pena minha que não consigo visualizar o tube e o meu comentário demorou o tempo que levei para conseguir escutá-lo com sucesso, em vão!

Ouço Mercedes a dizer que Violeta era chilena e full point!

Adoro a música! Adoro a letra! Adoro a argentina Mercedes, alcunhada, LA NEGRA!

Amo Chavela Vargas(magnífica, mesmo aos oitenta!) Graças a ela, reconheço o "mexicano" au delà de la rue...

Omara Portuondo, superbe cubana!

Mulheres singulares da música latino-americana e caribenha.!


Ç powerfully coloured!!!

Çblue a 6 de Março de 2009 às 13:32

Que pena não conseguires ouvir. É uma belìssima interpretação.
Experimenta o link
http://www.youtube.com/watch?v=WyOJ-A5iv5I
Não conheço Omara Portuondo mas vou à procura.
Já que se fala de cubanos, hei-de ver se encontro no You Tube uma interpretação de Compay Segundo com o Charles Aznavour, que tenho em cd. Duvido mas tentar não custa.
By the way, usei uma gravura de Gockel em que mantive o título em inglês porque não consegui traduzi-lo de modo que me agradasse: Wailing on the sax. Queres sugerir uma tradução?
"Um fado chorado em sax" não seria do agrado do Gockel , pois não? Mas como é que traduzo uma choradeira de sax?

Ç britanicamente desinspirado
eva a 6 de Março de 2009 às 19:44

Aqui está a prova comprovada que "tradure è tradire".

Pois, o mais parecido para mim com uma choradeira de sax, e indo um pouco para além da possibilidade: "um choradinho de sax"; seria "o ulular do sax"; " o uivo do sax"; " o uivar do sax"; "lamento em sax""; "o murmúrio do sax"; " o murmurar do sax"; " a ululação em sax"...

Difícil de facto, sobretudo perante uma palvra tão linda como: wailing.

Adorei poder dialogar este bocadinho contigo. Soube bem!

Eu já ouvi a cancão cantada pela Mercedes, mas não aqui. De qualquer forma vou tentar o link, mais uma vez. Já tinha ido ao youtube, mas também não consegui ouvir.
Nunca é demais relembrar!

Obrigada pelo desafio.
Ç aconchegado
blue a 6 de Março de 2009 às 22:37

Conheço o som do dueto Compay/Aznavour.

A propósito, viste o Buena Vista Social Club?

Caso não tenhas visto, desce ou sobe e dirige-te à loja de DVDs mais próxima e trá-lo bem apertadinho debaixo do braço. Inspira, senta-te comodamente e deixa o leão rugir...

Para além do óbvio, o que transborda no filme é uma ternura imensa. A chegada de Ibrahim Ferrer a New York é de uma ternurice intraduzível!!!

Entretanto, já morrerram quase todos, à excepção da Omara.


Ç encantado
Çblue a 6 de Março de 2009 às 22:59

Ç EUREKA!

Acabei de ouvir nesre preciso momento, aqui!

Una pequenã cosa, tan grande!
Çblue a 7 de Março de 2009 às 12:02

A palavra era: "neste", mas não é que "nesre" é bem mais forte!
Inconscientemente escrevi, numa ortografia melangé: "nasceu o preciso momento em que ouvi...".

Quase uma tese parecida com aquela no momento em que NASCEU o Ç !

Çrigolo
Çblue a 7 de Março de 2009 às 12:09

Venho penitenciar-me relativamente à Omara Portuondo. Assim que a vi na net soube que a conhecia e quando a ouvi fui a correr dar uma volta aos cd's. Não foi fácil mas encontrei. Um cd do Nat King Cole "The worl of Nat King Cole" contém também um dvd onde consta uma entrevista com a Omara Portuondo a propósito duma digressão de King Cole a Cuba. Neste dvd a Omara interpreta, com Ibrahim Ferrer (acompanhados por Roberto Fonseca), o Quizàs, Quizàs, Quizàs. A parte de Cuba está belìssima. Aliás todo o DVD está óptimo. Obrigada por me ajudares a recuperar um dvd que já tinha esquecido.
eva a 16 de Março de 2009 às 23:08

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