Eva percorrendo umas vezes estradas, outras veredas. Caminhando sempre com amor e a esperança de encontrar a porta certa. Parando de vez em quando para retemperar forças... admirar uma flor… uma paisagem… fazer novas amizades... e meditar... e reencontrar velhos amigos... e demais companheiros de jornada!
Quarta-feira, 01 de Agosto de 2012

Como chegámos ao tempo de férias, eu e o blog, sob o signo do cinema, proponho que nos preparemos para uma boa receção a um filme português sobre Aristides de Sousa Mendes. Era para ter estreado a 19 de Julho mas a estreia foi adiada para 8 de Novembro.


Conhecer a vida e obra deste português ilustre, além de ser quase um ato de dever cívico, é o reconhecimento de que o destino de cada um de nós é um mistério.


Desejo a todos os que simpaticamente me visitam umas boas férias. Que possa ser um tempo de verdadeiro repouso e paz. Regressamos a 1 de setembro.


 


 

Dois Links:


Aristides de Sousa Mendes – documentário


Aristides de Sousa Mendes – Aristides Sousa Mendes Foundation (EUA)



publicado por eva às 13:08
Quarta-feira, 23 de Maio de 2012

1179 - O Papa Alexandre III emite a bula Manifestis Probatum em que reconhece Portugal como Reino independente

 

"Alexandre, Bispo, Servo dos Servos de Deus, ao Caríssimo filho em Cristo, Afonso, Ilustre Rei dos Portugueses, e a seus herdeiros, in 'perpetuum'. Está claramente demonstrado que, como bom filho e príncipe católico, prestaste inumeráveis serviços a tua mãe, a Santa Igreja, exterminando intrepidamente em porfiados trabalhos e proezas militares os inimigos do nome cristão e propagando diligentemente a fé cristã, assim deixaste aos vindouros nome digno de memória e exemplo merecedor de imitação. Deve a Sé Apostólica amar com sincero afecto e procurar atender eficazmente, em suas justas súplicas, os que a Providência divina escolheu para governo e salvação do povo. Por isso, Nós, atendemos às qualidades de prudência, justiça e idoneidade de governo que ilustram a tua pessoa, tomamo-la sob a proteção de São Pedro e nossa, e concedemos e confirmamos por autoridade apostólica ao teu excelso domínio o reino de Portugal com inteiras honras de reino e a dignidade que aos reis pertence, bem como todos os lugares que com o auxílio da graça celeste conquistaste das mãos dos Sarraceno e nos quais não podem reivindicar direitos os vizinhos príncipes cristãos. E para que mais te fervores em devoção e serviço ao príncipe dos apóstolos S. Pedro e à Santa Igreja de Roma, decidimos fazer a mesma concessão a teus herdeiros e, com a ajuda de Deus, prometemos defender-lha, quanto caiba em nosso apóstolico magistério."

 

 

A independência de Portugal tem três momentos históricos:

1 – 26 de julho de 1139 - Dom Afonso Henriques de Borgonha, então Conde de Portucale, é aclamado internamente Rei de Portugal.

2 – 5 de outubro de 1143 - O Tratado de Zamora em que os reinos de Leão e Castela reconhecem Dom Afonso como Rei.

3 – 23 de maio de 1179 - Com a Bula Manifestis Probatum a independência de Portugal é definitivamente reconhecida pelo Papado, então a autoridade máxima nas relações internacionais. Por esta bula, o Papa reconhece o Rei de Portugal como seu vassalo direto.

 

Quanto aos tempos de hoje, impõe-se a chamada economia global. Em 2012, vale a pena ver  http://youtu.be/BvanjY-nFo8

 

 

Outros 23 de Maio

 

1498 - Girolamo Savonarola, frade dominicano, é condenado e queimado em Florença, Itália, por ordem do Papa Alexandre VI

 

Girolamo Savonarola escrevendo e meditando em reclusão

gravura pela A.H. Payne Publishers

(de: Dr. Nuno Carvalho de Sousa Private Collections - Lisboa)

 

 

1536 - É instituída a Inquisição em Portugal pelo Papa Clemente VII

 

Clemente VII (nascido Giulio di Giuliano de' Medici)

 

 

1734 - Nasce Franz Anton Mesmer, médico alemão, descobridor do magnetismo animal e do hipnotismo

 

 

 

1923 - Nasce Eduardo Lourenço (embora conste do assento de nascimento a data de 29 de Maio). Professor, filósofo, ensaísta literário, etc.

 



publicado por eva às 15:44
Domingo, 25 de Abril de 2010

- Não havia estado novo

nos poemas de Camões!

 

Havia sim a lonjura

e uma vela desfraldada

para levar a ternura

à distância imaginada.

 

Foi este lado da história

que os capitães descobriram

que ficará na memória

das naus que de Abril partiram

 

das naves que transportaram

o nosso abraço profundo

aos povos que agora deram

novos países ao mundo.

 

 

In  “AS  PORTAS  QUE  ABRIL  ABRIU” (excerto)

de Ary dos Santos . Ilustração de António Pimentel

 

 

.


publicado por eva às 00:42
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